sábado, 10 de Outubro de 2009
Destino
Como é bom saber que através do tempo podemos nos considerar pessoas sortudas e felizes, já que nos encontramos numa sucessão de dias, horas e momentos e podemos afirmar com plena certeza que guardaremos para sempre cada segundo e a forma como tudo começou. Tu transformaste o meu mundo de uma forma que ninguem conseguira. O teu sorriso derrete-me. o teu toque enternece-me. Tu despedaças-me todos os problemas, juntando as peças á nossa maneira. Prometo amar-te todos os dias com todas as minhas forças. Onde estiveres eu vou estar, sou o que o destino reservou para ti, sou o amor da tua vida. Nunca mudes porque,desta forma, es tudo o que pensava não existir. Amo-te
terça-feira, 26 de Maio de 2009
Eu e tu, tu e eu, eu e tu...
Amor
A tua ausência só me fez perceber o quanto gosto de ti. Eu sei que tudo isto é muito recente, mas não deixa de ser algo muito forte e bonito que cresceu dentro de mim. Tudo o que tenho vivido ao teu lado, todos os momentos passados contigo têm sido especiais. Tu consegues transformar um momento normal em algo perfeito!! Adoro adormecer abraçado a ti e acordar com o teu beijo.
Tenho guardado cada instante contigo, cada sorriso teu, cada frase tua... e quem diria...
Quero continuar a acompanhar-te em todos os momentos e ser para ti o que tu já és para mim... o meu amor :) Estas longe mas estás aqui... lembra-te, estamos á distância de um bater de coração.
Queres namorar comigo?
ADORO-TE (F.S)
A tua ausência só me fez perceber o quanto gosto de ti. Eu sei que tudo isto é muito recente, mas não deixa de ser algo muito forte e bonito que cresceu dentro de mim. Tudo o que tenho vivido ao teu lado, todos os momentos passados contigo têm sido especiais. Tu consegues transformar um momento normal em algo perfeito!! Adoro adormecer abraçado a ti e acordar com o teu beijo.
Tenho guardado cada instante contigo, cada sorriso teu, cada frase tua... e quem diria...
Quero continuar a acompanhar-te em todos os momentos e ser para ti o que tu já és para mim... o meu amor :) Estas longe mas estás aqui... lembra-te, estamos á distância de um bater de coração.
Queres namorar comigo?
ADORO-TE (F.S)
sábado, 14 de Fevereiro de 2009
Timidez
Amo-te,
mas não te consigo dizer.
Tenho de encontrar outras maneiras
para que tu possas perceber.
Com o silêncio de um olhar,
com a força de um sorriso,
num suspiro ao respirar,
o que mais será preciso?
mas não te consigo dizer.
Tenho de encontrar outras maneiras
para que tu possas perceber.
Com o silêncio de um olhar,
com a força de um sorriso,
num suspiro ao respirar,
o que mais será preciso?
sábado, 3 de Janeiro de 2009
O amor

Amor é a palavra que habita,
este coração que palpita,
quando por ele te sinto passar.
È ele que traz consigo a razão,
que faz com que a solidão,
seja esse lugar onde ninguém consegue estar.
Amor é a verdade absoluta,
è uma luta difícil de ganhar.
È o negro escuro de uma noite,
e a luz das estrelas nela a brilhar.
Amor são todos os sons que ouves,
num silêncio que por ti parece chamar.
È o sorriso no olhar de quem te ama,
essa alegria que só a ti faz chorar.
Eu só quero poder descobrir
o que o amor significa para ti.
E talvez um dia sentir
Esse amor que sentes por mim.
quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Libertando-me
Por vezes custa-me respirar
O ar entope-me o peito...
Vou abandonar-me à beira do caminho
Prostrar-me quieto de olhos fitos no infinito
À espera, sempre à espera...
Abracei a solidão, chamei-lhe irmã,
Cruzei-me contigo vezes sem conta
E não tive coragem de te olhar nos olhos.
Fugi de ti e de mim mesmo sem olhar para trás e agora
Deixo-te, sozinho aqui entre o restolho
Coberto de pedras, e torno-me lodo
e espuma e sal da maresia...
Envolve-me em desprezo, em indiferença...
Fecho os olhos sim, vejo o breu seco e duro
Não me olhes, não me estendas a mão
Não quero a tua pena
Nem o teu sorriso cínico...
Oculta-me aos teus sentidos e deixa-me passar!
O ar entope-me o peito...
Vou abandonar-me à beira do caminho
Prostrar-me quieto de olhos fitos no infinito
À espera, sempre à espera...
Abracei a solidão, chamei-lhe irmã,
Cruzei-me contigo vezes sem conta
E não tive coragem de te olhar nos olhos.
Fugi de ti e de mim mesmo sem olhar para trás e agora
Deixo-te, sozinho aqui entre o restolho
Coberto de pedras, e torno-me lodo
e espuma e sal da maresia...
Envolve-me em desprezo, em indiferença...
Fecho os olhos sim, vejo o breu seco e duro
Não me olhes, não me estendas a mão
Não quero a tua pena
Nem o teu sorriso cínico...
Oculta-me aos teus sentidos e deixa-me passar!
sábado, 8 de Novembro de 2008
Certezas
Oscilo como uma mola. Estou preso a algo que não me deixa seguir. Represento-me a mim mesmo em pensamento e as pinceladas são ténues. Não percebo o que interpreto e com isso agarro-me ao vazio.
Não acredito em mim, nem em ti, nem em nada, suspeito apenas, vigio apenas! Preso ás certezas vivi eu, e as certezas desaparecem furando-me, molestando-me a alma, devorando-me o ser! Quantos momentos tivemos nós na certeza de possuir algo que se esfumou? Algo que agora dista de nós uma distancia abrupta, que traça todos os espectros! Quantos de nós conquistou para depois ser conquistado? Quantas guerras perdemos nós depois das vitorias? Quantas lágrimas deitámos depois de sorrisos esboçados? Quem não duvida daquilo que acreditou? Quem não ama para deixar de amar? O que é certo? É certo a falência da alma, do respirar, do sentir, do circular, é certa a finitude das vísceras e certo é que de resto nada é certo! Cataloguem-me certezas que desvirtuo como quem se lança de algo mais alto. Indiquem-me verdades constantes que corrosivamente lhes traçarei um risco de desdém. Critiquem-me por ser fraco que de imediato ditarei a queda do mais alto e sóbrio reino! Nada é mais consistente que a espessura do sentir, lancem-me fitas métricas e meçam-me o meu sentir! Obtenham a dor que se esvoaça para dentro do meu ser e caracterizem-na, dêem-me a certeza de algo que a certeza não existe!
Não acredito em mim, nem em ti, nem em nada, suspeito apenas, vigio apenas! Preso ás certezas vivi eu, e as certezas desaparecem furando-me, molestando-me a alma, devorando-me o ser! Quantos momentos tivemos nós na certeza de possuir algo que se esfumou? Algo que agora dista de nós uma distancia abrupta, que traça todos os espectros! Quantos de nós conquistou para depois ser conquistado? Quantas guerras perdemos nós depois das vitorias? Quantas lágrimas deitámos depois de sorrisos esboçados? Quem não duvida daquilo que acreditou? Quem não ama para deixar de amar? O que é certo? É certo a falência da alma, do respirar, do sentir, do circular, é certa a finitude das vísceras e certo é que de resto nada é certo! Cataloguem-me certezas que desvirtuo como quem se lança de algo mais alto. Indiquem-me verdades constantes que corrosivamente lhes traçarei um risco de desdém. Critiquem-me por ser fraco que de imediato ditarei a queda do mais alto e sóbrio reino! Nada é mais consistente que a espessura do sentir, lancem-me fitas métricas e meçam-me o meu sentir! Obtenham a dor que se esvoaça para dentro do meu ser e caracterizem-na, dêem-me a certeza de algo que a certeza não existe!
domingo, 26 de Outubro de 2008
Aqui
São sonhos que conspiram com o vento e me fazem agitar.
São dias que saltam e me fazem envelhecer a mente.
São pessoas que cantam e não sabem fazê-lo, que estragam a existência dos tempos que habito. São gritos que os pássaros exigem e me fazem voar, são terras não habitadas que fazem a vontade de fugir. São poemas sem estrofes, sem versos, que me incitam a escrever, é um piano sendo tocado que cria o meu desejo de ser tocado também, são linhas por escrever que escondem medos terríveis inexistentes.
São complexos de algo obeso que me fazem achar o mundo pequeno, é a doença de alguém que me faz acreditar, e são os amantes que habitam os céus, são os correctos que escorregam à luz da lua.
São os amigos que cegam terceiros de tanto os fazerem ver, é a existência de uma estrada que faz ficar sem caminho, é a ideia inteligente que cria a ignorância, é o amor que destrói a lucidez... são as regras que corrompem a moralidade, sou eu que danço ao silêncio da tua voz, é tudo que constrói a anti - aponia de viver, é o meu queixume, é a minha crise que me faz... aqui...
São dias que saltam e me fazem envelhecer a mente.
São pessoas que cantam e não sabem fazê-lo, que estragam a existência dos tempos que habito. São gritos que os pássaros exigem e me fazem voar, são terras não habitadas que fazem a vontade de fugir. São poemas sem estrofes, sem versos, que me incitam a escrever, é um piano sendo tocado que cria o meu desejo de ser tocado também, são linhas por escrever que escondem medos terríveis inexistentes.
São complexos de algo obeso que me fazem achar o mundo pequeno, é a doença de alguém que me faz acreditar, e são os amantes que habitam os céus, são os correctos que escorregam à luz da lua.
São os amigos que cegam terceiros de tanto os fazerem ver, é a existência de uma estrada que faz ficar sem caminho, é a ideia inteligente que cria a ignorância, é o amor que destrói a lucidez... são as regras que corrompem a moralidade, sou eu que danço ao silêncio da tua voz, é tudo que constrói a anti - aponia de viver, é o meu queixume, é a minha crise que me faz... aqui...
sábado, 27 de Setembro de 2008
Foto

Vou cuspindo esta imbecilidade de te gostar assim tanto,
Entopes-me as entranhas, dóis-me.
Decido finalmente.
Vou deixar de te imaginar... vou antes colar-te aos meus sentidos.
E quando a luz se acender e te mostrar, feia, disforme...
moldada aos meus olhos,
entranhada nas minhas narinas,
humedecida no meu beijo...
gritando nos meus silêncios...
ardendo-me na pele...
desperto, lúcido... e tu, bela e perfeita... não estarás lá!
sábado, 6 de Setembro de 2008
Inside You
Close your eyes
let me touch you now
let me give you something that is real
close the door
leave your fears behind
let me give you what you're giving me
you are the only thing
that makes me want to live at all
when i am with you
there's no reason to pretend
that when i am with you i feel flames again
just put me inside you
i would never ever leave
just put me inside you
i would never ever leave
you...
let me touch you now
let me give you something that is real
close the door
leave your fears behind
let me give you what you're giving me
you are the only thing
that makes me want to live at all
when i am with you
there's no reason to pretend
that when i am with you i feel flames again
just put me inside you
i would never ever leave
just put me inside you
i would never ever leave
you...
domingo, 17 de Agosto de 2008
Escrever-te
Se eu soubesse escrever-te assim de leve
Por entre os pensamentos que me tolhem os sentidos
traduzir em palavras toscas, rudes e cinzentas
os sentimentos que se assomam à lembrança
gritantes de cores mil, esculpidos com a arte imperfeita de quem ama...
Tudo parecia perfeito na inconsciência tola do sentir,
tudo me consumia a alma na incansável voracidade de viver
e enfim tudo pereceu quando, docemente adormecido em ti,
a tua realidade me acordou...
Por entre os pensamentos que me tolhem os sentidos
traduzir em palavras toscas, rudes e cinzentas
os sentimentos que se assomam à lembrança
gritantes de cores mil, esculpidos com a arte imperfeita de quem ama...
Tudo parecia perfeito na inconsciência tola do sentir,
tudo me consumia a alma na incansável voracidade de viver
e enfim tudo pereceu quando, docemente adormecido em ti,
a tua realidade me acordou...
domingo, 20 de Julho de 2008
Grito em silêncio
Sente e chora
este poema que te devora,
que te aquece o coração
e que te consegue tocar
onde não chega a minha mão.
Sente esta chama que chama por ti
e que arde lentamente dentro de mim.
Mas este fogo é insuficiente para me aquecer,
é preciso quebrar este gelo,
e só tu o podes fazer.
Sente este corpo que treme ao teu passar,
estes olhos que se perdem no teu olhar.
Sente o amor de quem te ama,
o grito em silêncio de quem o teu nome chama...
este poema que te devora,
que te aquece o coração
e que te consegue tocar
onde não chega a minha mão.
Sente esta chama que chama por ti
e que arde lentamente dentro de mim.
Mas este fogo é insuficiente para me aquecer,
é preciso quebrar este gelo,
e só tu o podes fazer.
Sente este corpo que treme ao teu passar,
estes olhos que se perdem no teu olhar.
Sente o amor de quem te ama,
o grito em silêncio de quem o teu nome chama...
quarta-feira, 2 de Julho de 2008
Esperança perdida
Não sei por onde ir, os meus passos são errantes.
Abandono-me na beira do caminho tolhido por tempestades que imagino,
Mas tudo me parece tão real: as dores, as lágrimas...
Invento-me a cada virar de página procurando sentidos mas todos são pedras cruas,
Esparsas poeiras, labirintos...
Fecho os olhos às verdades que gritam, finjo que são murmúrios cinzentos.
Escapam-me por entre os dedos como areia miudinha... as ilusões...
Desejo fundir-me no infinito,
Que o meu corpo seja por momentos uma nuvem tosca de cinza baça;
Desejo anular os meus sentidos e tornar-me permeável à chuva mansa, ao vento frio...
Estou cansado de me agarrar às mágoas como cortinas de névoa que insistem em rasgar-se.
E caio, vezes sem conta, no abismo do vazio onde fico imóvel, como morto... à espera...
De quê?
Não sei...
Abandono-me na beira do caminho tolhido por tempestades que imagino,
Mas tudo me parece tão real: as dores, as lágrimas...
Invento-me a cada virar de página procurando sentidos mas todos são pedras cruas,
Esparsas poeiras, labirintos...
Fecho os olhos às verdades que gritam, finjo que são murmúrios cinzentos.
Escapam-me por entre os dedos como areia miudinha... as ilusões...
Desejo fundir-me no infinito,
Que o meu corpo seja por momentos uma nuvem tosca de cinza baça;
Desejo anular os meus sentidos e tornar-me permeável à chuva mansa, ao vento frio...
Estou cansado de me agarrar às mágoas como cortinas de névoa que insistem em rasgar-se.
E caio, vezes sem conta, no abismo do vazio onde fico imóvel, como morto... à espera...
De quê?
Não sei...
sexta-feira, 20 de Junho de 2008
Finalmente (O sonho)
Finalmente chegou
o momento que tanto esperava.
Ela comigo ficou,
e comigo criou
uma noite encantada.
Finalmente ouvi
as palavras que tanto queria.
E com ela vivi,
só por ela sorri,
até de novo nascer o dia.
Finalmente passavam a gestos
as intenções que ja tinha.
Ficámos despertos,
pela noite encobertos,
nunca a deixando sozinha.
Finalmente contavam-se segredos
que estavam á muito por contar.
E com o toque dos dedos,
perderam-se os medos,
sem se sentir a noite passar.
Finalmente chegou o momento
em que me perdi naquele olhar.
E com os olhos vidrados,
com os corpos suados,
chegou a hora do sonho acabar...
o momento que tanto esperava.
Ela comigo ficou,
e comigo criou
uma noite encantada.
Finalmente ouvi
as palavras que tanto queria.
E com ela vivi,
só por ela sorri,
até de novo nascer o dia.
Finalmente passavam a gestos
as intenções que ja tinha.
Ficámos despertos,
pela noite encobertos,
nunca a deixando sozinha.
Finalmente contavam-se segredos
que estavam á muito por contar.
E com o toque dos dedos,
perderam-se os medos,
sem se sentir a noite passar.
Finalmente chegou o momento
em que me perdi naquele olhar.
E com os olhos vidrados,
com os corpos suados,
chegou a hora do sonho acabar...
domingo, 8 de Junho de 2008
Agradecimento
HEARTBEATS
Inspirante,
incessantemente intenso.
Brutalmente verdadeiro..
pum pum, pumm pumm, pummm pummm...
sinto os ritmos dos teus sentires amigo,
está expresso no espaço que separa as palavras que escreves,
nesse silêncio que diz muito mais do que tu queres.
Agradeço o facto de o partilhares comigo.
In http://umapaginaembranco.blogspot.com
Palavras como estas são o que me faz continuar... Abraço amigo
Inspirante,
incessantemente intenso.
Brutalmente verdadeiro..
pum pum, pumm pumm, pummm pummm...
sinto os ritmos dos teus sentires amigo,
está expresso no espaço que separa as palavras que escreves,
nesse silêncio que diz muito mais do que tu queres.
Agradeço o facto de o partilhares comigo.
In http://umapaginaembranco.blogspot.com
Palavras como estas são o que me faz continuar... Abraço amigo
quarta-feira, 28 de Maio de 2008
Embriaga-te de mim!
Ver-te
É como deslizar no vento,
Sussurrar melodias de chuva,
Encharcar cabelos, desfazer-me
Entre dedos de ilusão, os teus...
Cair em vazios de cor e de perfume,
Aroma doce e venenoso.
É como anoitecer à sombra de ti
Caminhar entre rochas de espuma
Beber gotas de orvalho dos teus olhos
E cair em névoas vãs, gritos quebrados
É assim, lavar-me em lama e pedras
Embriagar-me de ti!
E como as ondas rudes esverdeadas,
A correr nas praias e encontrar-me assim perdido
Entre as dunas cansadas de marés, de Sol cortante,
Ardendo em febre, sedentas de Luar
E de banhos eternos de estrelas cintilantes...
E eu aqui caído, fundido no vazio
Deixando que a brisa embarace o meu cabelo
A minha boca tem sabor a sal, os olhos a chuva
E vejo o brilho que me cega, que me gela o corpo
Que me sorve as forças... o teu brilho bruto!
Esquece-me nesta praia de areias infinitas
Debruça-te para lá do horizonte
Cheira os mares esquecidos nos espaços
Embriaga-te de mim!
É como deslizar no vento,
Sussurrar melodias de chuva,
Encharcar cabelos, desfazer-me
Entre dedos de ilusão, os teus...
Cair em vazios de cor e de perfume,
Aroma doce e venenoso.
É como anoitecer à sombra de ti
Caminhar entre rochas de espuma
Beber gotas de orvalho dos teus olhos
E cair em névoas vãs, gritos quebrados
É assim, lavar-me em lama e pedras
Embriagar-me de ti!
E como as ondas rudes esverdeadas,
A correr nas praias e encontrar-me assim perdido
Entre as dunas cansadas de marés, de Sol cortante,
Ardendo em febre, sedentas de Luar
E de banhos eternos de estrelas cintilantes...
E eu aqui caído, fundido no vazio
Deixando que a brisa embarace o meu cabelo
A minha boca tem sabor a sal, os olhos a chuva
E vejo o brilho que me cega, que me gela o corpo
Que me sorve as forças... o teu brilho bruto!
Esquece-me nesta praia de areias infinitas
Debruça-te para lá do horizonte
Cheira os mares esquecidos nos espaços
Embriaga-te de mim!
quinta-feira, 15 de Maio de 2008
Queria amor...
Queria amor... amor que me ardesse nos sentidos e em cada poro da minha pele... amor que me escorresse pela alma como um rio reluzente e fizesse tudo florir à sua volta!
Queria amor incontrolável, incansável, voraz! Daquele amor que se funde em nós, que consome! Queria prender-me a cada pedaço da tua pele, mexer-te na alma com dedos sonhadores, serpentear pelo teu corpo com volúpia e cobri-lo de beijos inesqueciveis...
Queria amor... amor que me acalmasse... Um amor que fosse abrigo e refúgio nos desesperos... Amor que fosse muito mais que só palavras!
Queria eu amor... um amor que me queimasse num recanto qualquer, que me agarrasse com fúria, que se misturasse nos nossos suores perfumados, que me possuísse o corpo e tudo o mais...
Quero amor, um amor imperfeito! Um amor com erros que ansiamos desfazer num qualquer vão de escada ou no aconchego de um abraço!
Quero amor que me doa, que me atordoe, que me deixe exausto... Porque quero sentir, sentir tudo, sentir-te!
Quero sentir o desejo numa qualquer troca de olhares aqui ou ali e poder despir-te com o olhar... e deixar que me dispas sem medo do meu corpo! Quero fazer amor como todos os teus sentidos amarrados aos meus... colar as minhas mãos às tuas, ouvir o teu respirar, sentir o cheiro dos teus cabelos, deitar-me no fundo dos teus olhos, e saborear todos os recantos da tua boca...
Quero amor que me agarre mas que me deixe voar e sentir-me livre, que me deixe dançar na chuva da manhã ou fechar-me em mim e consumir-me na solidão... um amor que não precise de leis para estar vivo e pulsar como sangue nas veias! Um amor que se renove e se descubra a cada olhar, a cada toque... que não se esgote na mortal agonia do dia após dia, mas que seja capaz de se reescrever nas magias dos nossos seres!
Quero amor que me veja, que me entenda em todo o meu ser emaranhado. Quero aquele amor cheio de verdades que nos golpeiam mas nos fazem sorrir depois que as feridas saram!
Queria neste momento poder deslizar a minha mão pelo teu rosto sereno, assentar-te um beijo suave na testa e encostar a cabeça no teu colo... Deixa-me ficar aqui ao longe, olhando-te... querendo amor de ti, de tudo aquilo de que és feita...
Queria amor incontrolável, incansável, voraz! Daquele amor que se funde em nós, que consome! Queria prender-me a cada pedaço da tua pele, mexer-te na alma com dedos sonhadores, serpentear pelo teu corpo com volúpia e cobri-lo de beijos inesqueciveis...
Queria amor... amor que me acalmasse... Um amor que fosse abrigo e refúgio nos desesperos... Amor que fosse muito mais que só palavras!
Queria eu amor... um amor que me queimasse num recanto qualquer, que me agarrasse com fúria, que se misturasse nos nossos suores perfumados, que me possuísse o corpo e tudo o mais...
Quero amor, um amor imperfeito! Um amor com erros que ansiamos desfazer num qualquer vão de escada ou no aconchego de um abraço!
Quero amor que me doa, que me atordoe, que me deixe exausto... Porque quero sentir, sentir tudo, sentir-te!
Quero sentir o desejo numa qualquer troca de olhares aqui ou ali e poder despir-te com o olhar... e deixar que me dispas sem medo do meu corpo! Quero fazer amor como todos os teus sentidos amarrados aos meus... colar as minhas mãos às tuas, ouvir o teu respirar, sentir o cheiro dos teus cabelos, deitar-me no fundo dos teus olhos, e saborear todos os recantos da tua boca...
Quero amor que me agarre mas que me deixe voar e sentir-me livre, que me deixe dançar na chuva da manhã ou fechar-me em mim e consumir-me na solidão... um amor que não precise de leis para estar vivo e pulsar como sangue nas veias! Um amor que se renove e se descubra a cada olhar, a cada toque... que não se esgote na mortal agonia do dia após dia, mas que seja capaz de se reescrever nas magias dos nossos seres!
Quero amor que me veja, que me entenda em todo o meu ser emaranhado. Quero aquele amor cheio de verdades que nos golpeiam mas nos fazem sorrir depois que as feridas saram!
Queria neste momento poder deslizar a minha mão pelo teu rosto sereno, assentar-te um beijo suave na testa e encostar a cabeça no teu colo... Deixa-me ficar aqui ao longe, olhando-te... querendo amor de ti, de tudo aquilo de que és feita...
segunda-feira, 5 de Maio de 2008
Quando estou junto a ti
Quando estou junto a ti consigo dizer tudo sem proferir uma só palavra... Entre nós só há silêncios mas a minha alma grita! Grita de vontade de te envolver num voo suave rente às espumas das marés, de te enredar num ninho no alto de uma árvore, de tecer à tua volta um novelo de sussurros, de te estender num tapete de relva verde ao sol de uma manhã de Primavera.
Queria poder abraçar-te, e com o calor dos meus braços deixar que cerrasses as pálpebras e desejasses que o Mundo de súbito deixasse de existir. E eu fico aqui ao longe olhando-te, fingindo por breves instantes que reparas em mim e que faço parte dos teus pensamentos.
Fico aqui fitando-te e imaginando que caminhas em direcção a mim com um sorriso rasgado e me estendes a mão. E desejo estender-me no escuro dos teus olhos numa qualquer manhã de Primavera e desejo que nos meus ouvidos só soem os teus risos, e no meu nariz só penetre o teu cheiro macio, e na minha boca só haja espaço para o teu sabor, e nos meus olhos só a tua imagem permaneça, e nas minhas mãos toda a plenitude do teu corpo se condense...
Queria poder abraçar-te, e com o calor dos meus braços deixar que cerrasses as pálpebras e desejasses que o Mundo de súbito deixasse de existir. E eu fico aqui ao longe olhando-te, fingindo por breves instantes que reparas em mim e que faço parte dos teus pensamentos.
Fico aqui fitando-te e imaginando que caminhas em direcção a mim com um sorriso rasgado e me estendes a mão. E desejo estender-me no escuro dos teus olhos numa qualquer manhã de Primavera e desejo que nos meus ouvidos só soem os teus risos, e no meu nariz só penetre o teu cheiro macio, e na minha boca só haja espaço para o teu sabor, e nos meus olhos só a tua imagem permaneça, e nas minhas mãos toda a plenitude do teu corpo se condense...
quinta-feira, 1 de Maio de 2008
Desilusão
Pensei que eras tu, sabes?
A ilusão das mentiras calava-me, torturava-me,
E nem sei porque razão eu te esperava.
Olhava e olho ainda esse caminho
Longo, rude, indefinido...
Sem fim para este meu ser desconcertado.
Conheces-me? Não?... Julguei que sim!
Gravei na chama quente o teu sorriso,
Escrevi no vento leve o teu perfume,
Queimei-me no teu gelo, no teu lume,
Perdi-me e estou perdido no teu ser indecifrado,
Dormente, fraco, ténue, enjoado
Que aos poucos se dilui sob os teus pés que erram pela lama que te engole.
Não será a minha mão que tu verás!
Sufoca! Chora! Grita!
E cala para sempre a tua voz, os teus gemidos surdos...
Que por alguém chamam, não por mim...
A ilusão das mentiras calava-me, torturava-me,
E nem sei porque razão eu te esperava.
Olhava e olho ainda esse caminho
Longo, rude, indefinido...
Sem fim para este meu ser desconcertado.
Conheces-me? Não?... Julguei que sim!
Gravei na chama quente o teu sorriso,
Escrevi no vento leve o teu perfume,
Queimei-me no teu gelo, no teu lume,
Perdi-me e estou perdido no teu ser indecifrado,
Dormente, fraco, ténue, enjoado
Que aos poucos se dilui sob os teus pés que erram pela lama que te engole.
Não será a minha mão que tu verás!
Sufoca! Chora! Grita!
E cala para sempre a tua voz, os teus gemidos surdos...
Que por alguém chamam, não por mim...
sábado, 22 de Março de 2008
Efémero
Será que tu alguma vez pensaste em mim? Mas pensar a sério, sem rodeios... Pensar e ser capaz de pintar a minha imagem com os teus sentidos, como se a tua mente fosse um pincel suave e os teus sonhos uma tela onde esboças a minha silhueta? Provavelmente não.
Queria que pensasses. Queria que uma noite destas fosses capaz de me ver com as tuas pálpebras cerradas. Que contra a escuridão da noite, a luz do meu ser se reflectisse no teu olhar e não fosses capaz de a extinguir. Desejo, como desejo que me encontres, perdido nos teus devaneios. Como desejo que no alvorecer procures adormecer de novo só para te unires à minha ideia. E como desejo que essa ideia te cegue, te atordoe, te sugue as forças e te force a desistir de lutar contra mim. E que no fim, cansada, te guie até à minha presença real, até ao meu corpo estendido na realidade dos teus dias que até aí não teriam tido qualquer sentido. Como queria que nesse momento tudo se incandescesse no teu ser, como uma dor fulminante que te prostra. E aí nesse momento, desejasses amar-me com aquela força que te julgas incapaz de deter, com aquela fome que nunca sentiste nas carnes do teu corpo.
E então, finalmente seria para ti poesia e canção, seiva que te embriaga. Seria a tua imaginação, a tua fantasia, a tua face obscura, a voz que te chama de dentro da tua alma. E quando desses por nós seríamos um só no efémero momento a que chamamos "para sempre".
Queria que pensasses. Queria que uma noite destas fosses capaz de me ver com as tuas pálpebras cerradas. Que contra a escuridão da noite, a luz do meu ser se reflectisse no teu olhar e não fosses capaz de a extinguir. Desejo, como desejo que me encontres, perdido nos teus devaneios. Como desejo que no alvorecer procures adormecer de novo só para te unires à minha ideia. E como desejo que essa ideia te cegue, te atordoe, te sugue as forças e te force a desistir de lutar contra mim. E que no fim, cansada, te guie até à minha presença real, até ao meu corpo estendido na realidade dos teus dias que até aí não teriam tido qualquer sentido. Como queria que nesse momento tudo se incandescesse no teu ser, como uma dor fulminante que te prostra. E aí nesse momento, desejasses amar-me com aquela força que te julgas incapaz de deter, com aquela fome que nunca sentiste nas carnes do teu corpo.
E então, finalmente seria para ti poesia e canção, seiva que te embriaga. Seria a tua imaginação, a tua fantasia, a tua face obscura, a voz que te chama de dentro da tua alma. E quando desses por nós seríamos um só no efémero momento a que chamamos "para sempre".
domingo, 24 de Fevereiro de 2008
Existimos nós
Quero ser as ondas, o mar em que te banhas,
ser a arte na tela em que desenhas.
Quero ser todas as palavras que falas,
ou então, ser o silêncio com que te calas.
Quero ser o teu mais ardente desejo,
ser o gosto que sentes durante um beijo.
Quero ser todas as formas de seres amada,
ser o arrepio cortante de uma espada.
Quero ver nos teus olhos um sorriso,
e dos teus labios ter o brilho que preciso.
Tu és o tudo que encontro entre o nada,
o brilho suave na aurora da madrugada.
Tu és a vida que insisto em viver,
o céu aberto onde voando me vou perder.
Tu és os olhos que me olham no coração,
as asas que me fazem sair do chão.
Tu és o tempo que quero fazer parar,
todo o prazer que só em ti vou encontrar.
Tu és o silêncio que trazes liberto na voz,
não existes tu, não existo eu, existimos nós.
Eu sou apenas alguem perdido no desejo,
que vagueia por mim cada vez que te vejo.
Eu sou o sonho que sonha acordado,
o vento que te sopra e te trás para o meu lado.
Eu sou a onda que te enrola e te beija na areia,
o mar onde passeias o teu corpo de sereia.
Eu sou o céu onde voas a liberdade,
a mentira que a ti fala a verdade.
Eu sou o lugar onde finalmente ficamos sós,
onde não existes tu, não existo eu, existimos nós.
ser a arte na tela em que desenhas.
Quero ser todas as palavras que falas,
ou então, ser o silêncio com que te calas.
Quero ser o teu mais ardente desejo,
ser o gosto que sentes durante um beijo.
Quero ser todas as formas de seres amada,
ser o arrepio cortante de uma espada.
Quero ver nos teus olhos um sorriso,
e dos teus labios ter o brilho que preciso.
Tu és o tudo que encontro entre o nada,
o brilho suave na aurora da madrugada.
Tu és a vida que insisto em viver,
o céu aberto onde voando me vou perder.
Tu és os olhos que me olham no coração,
as asas que me fazem sair do chão.
Tu és o tempo que quero fazer parar,
todo o prazer que só em ti vou encontrar.
Tu és o silêncio que trazes liberto na voz,
não existes tu, não existo eu, existimos nós.
Eu sou apenas alguem perdido no desejo,
que vagueia por mim cada vez que te vejo.
Eu sou o sonho que sonha acordado,
o vento que te sopra e te trás para o meu lado.
Eu sou a onda que te enrola e te beija na areia,
o mar onde passeias o teu corpo de sereia.
Eu sou o céu onde voas a liberdade,
a mentira que a ti fala a verdade.
Eu sou o lugar onde finalmente ficamos sós,
onde não existes tu, não existo eu, existimos nós.
quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
Amor e Razão

Não quero mudar o mundo,
nem sequer, mudar o destino.
Quero que saibas no fundo,
que segundo após segundo,
maior é o desejo de estar contigo.
Não te quero ver a chorar
das tristezas que a vida te traz.
Só te quero abraçar,
em ti viajar,
e não mais voltar atrás.
Não quero que penses que amor
não passa de uma palavra cruel,
ele é como uma flôr,
com espinhos que causam dor,
mas doce como o mel.
Não quero que te sintas perdida,
por eu não te poder encontrar.
Quero que digas : -Sou a tua vida,
e me digas de seguida
para mergulhar no teu mar.
Não quero que temas que o tempo
não chegue para te dar o que tenho,
porque a todo o momento,
és tu o meu pensamento,
por ti vivo e me empenho.
Não quero que penses que minto
quando digo que é teu o meu coração,
e tudo aquilo aqui escrito,
é muito menos do que sinto,
porque o amor é maior que a razão.
quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008
Ès
És a coragem que me faz enfrentar o medo,
esse alguém a quem posso contar qualquer segredo.
Ès o sangue que me corre nas veias,
a viúva negra que me prendeu nas suas teias.
Ès a sombra que caminha a meu lado,
as amarras que me mantêm aprisionado.
Ès a estrela que me guia no escuro,
o presente que quero no meu futuro.
Ès a linha que traça o meu destino,
a loucura que liberta o desatino.
Ès este orgão que palpita no meu peito,
a perfeição que abafa qualquer defeito.
Es o vento que sopra e me conta a história,
de um momento do qual não há memória.
Ès o silêncio que me impede de gritar,
a palavra mais difícil de falar.
Ès a flôr mais bela do meu jardim,
o sorriso que se soltou e ficou em mim.
Ès a vida que vives e me faz viver,
A palavra que não oiço mas vou dizer:
AMO-TE
esse alguém a quem posso contar qualquer segredo.
Ès o sangue que me corre nas veias,
a viúva negra que me prendeu nas suas teias.
Ès a sombra que caminha a meu lado,
as amarras que me mantêm aprisionado.
Ès a estrela que me guia no escuro,
o presente que quero no meu futuro.
Ès a linha que traça o meu destino,
a loucura que liberta o desatino.
Ès este orgão que palpita no meu peito,
a perfeição que abafa qualquer defeito.
Es o vento que sopra e me conta a história,
de um momento do qual não há memória.
Ès o silêncio que me impede de gritar,
a palavra mais difícil de falar.
Ès a flôr mais bela do meu jardim,
o sorriso que se soltou e ficou em mim.
Ès a vida que vives e me faz viver,
A palavra que não oiço mas vou dizer:
AMO-TE
quarta-feira, 6 de Fevereiro de 2008
Perdido
Revejo anos de sorrisos apagados, releio poemas de desespero por um amor que se cravava na minha garganta. As vezes deleito-me num prazer masoquista de remoer o passado e tentar compreender o porquê de todos os (des)amores que me deixaste ter.
Sempre procuraste nos meus lábios e nos meus braços o refúgio para a dor de estares viva.
Estavas perto e curavas-me, agora sinto-me perdido.
Estou perdido dentro de mim, resgata-me só mais uma vez. Não, não pode ser. Tenho o corpo suspenso por um fio e tudo o que existe á volta é o vazio. Quem me resgata a mim? Tu continuas ocupada a escrever palavras que jamais escreverias para mim. Não me ouves nem me sentes suspenso. Eu salvei-te, e no caminho perdi-me. E ainda não me consegui encontrar...
Sempre procuraste nos meus lábios e nos meus braços o refúgio para a dor de estares viva.
Estavas perto e curavas-me, agora sinto-me perdido.
Estou perdido dentro de mim, resgata-me só mais uma vez. Não, não pode ser. Tenho o corpo suspenso por um fio e tudo o que existe á volta é o vazio. Quem me resgata a mim? Tu continuas ocupada a escrever palavras que jamais escreverias para mim. Não me ouves nem me sentes suspenso. Eu salvei-te, e no caminho perdi-me. E ainda não me consegui encontrar...
terça-feira, 29 de Janeiro de 2008
Ilumina-me
Estou no meio do mundo.
Olhos fechados, um grito calado,
Um sonho pendente...
Tenho a alma partida em dois bocados
E o movimento preso
Devido á tua distância.
Penso no teu corpo ausente
Que adia a minha vida para depois.
Procuro o teu toque de tal forma
Que o meu corpo treme com a tua presença.
Escrevo a saudade numa mensagem de esperança
Que quero enviar para ti.
O meu sangue circula confuso
Porque não tem onde chegar.
O meu coração já o levaste,
Deixaste o teu sorriso no seu lugar.
Fico aqui perdido neste mundo
Sem saber bem o que dizer ou pensar.
Quando vieres toca-me, abraça-me.
Tudo o que farei é permitir que me ilumines.
Por um momento que seja...
será um momento que permanecerá eternamente.
Olhos fechados, um grito calado,
Um sonho pendente...
Tenho a alma partida em dois bocados
E o movimento preso
Devido á tua distância.
Penso no teu corpo ausente
Que adia a minha vida para depois.
Procuro o teu toque de tal forma
Que o meu corpo treme com a tua presença.
Escrevo a saudade numa mensagem de esperança
Que quero enviar para ti.
O meu sangue circula confuso
Porque não tem onde chegar.
O meu coração já o levaste,
Deixaste o teu sorriso no seu lugar.
Fico aqui perdido neste mundo
Sem saber bem o que dizer ou pensar.
Quando vieres toca-me, abraça-me.
Tudo o que farei é permitir que me ilumines.
Por um momento que seja...
será um momento que permanecerá eternamente.
domingo, 30 de Dezembro de 2007
Vejo-te
Vejo-te em cada lágrima que choro,
Em cada pedaço de chão que piso.
Em cada palavra de uma música que decoro,
Para te cantar sempre que for preciso.
Vejo-te no azul do céu que cobre o mar,
E nas ondas que se vêm debruçar na areia.
Nas palavras ditas num olhar,
No sangue que me corre em cada veia.
Vejo-te no tempo que passa sem se ver,
Em cada momento que fica para recordar.
No sentido das palavras que me ouves dizer
E nas outras que não tenho coragem de falar.
Vejo-te no nevoeiro que me tapa a visão,
Nas núvens que por ti parecem chorar.
Em cada linha traçada na minha mão,
De um futuro que contigo quero passar.
Vejo-te nas palavras insuficientes
Para te dizer o que sinto.
E nos gestos que te dizem que te amo,
No olhar com o qual eu nunca minto,
No silêncio que oiço quando te chamo...
Em cada pedaço de chão que piso.
Em cada palavra de uma música que decoro,
Para te cantar sempre que for preciso.
Vejo-te no azul do céu que cobre o mar,
E nas ondas que se vêm debruçar na areia.
Nas palavras ditas num olhar,
No sangue que me corre em cada veia.
Vejo-te no tempo que passa sem se ver,
Em cada momento que fica para recordar.
No sentido das palavras que me ouves dizer
E nas outras que não tenho coragem de falar.
Vejo-te no nevoeiro que me tapa a visão,
Nas núvens que por ti parecem chorar.
Em cada linha traçada na minha mão,
De um futuro que contigo quero passar.
Vejo-te nas palavras insuficientes
Para te dizer o que sinto.
E nos gestos que te dizem que te amo,
No olhar com o qual eu nunca minto,
No silêncio que oiço quando te chamo...
quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
Ilusão

Toda a noite a mesma lua
Todo o dia a mesma estrela
Toda a noite, todo o dia
Estava sempre a pensar nela.
Todo o tempo era pouco tempo
Para estar perto de ti.
E se até o tempo era um contratempo,
È porque isto nao pode acabar assim.
Então tudo tinha de acabar
Ou eu ou tu,
Um de nós tinha de mudar
A maneira de agir,
A maneira de pensar
Parar de fingir,
Parar de maltratar.
Começou no zero
E acabou no nada
E tudo o que sentias
Não passava de fantochada
Porque esse sorriso alegre
De menina pouco vivida
Não passava de uma luz no escuro
Do que vinha de seguida.
terça-feira, 18 de Dezembro de 2007
Momento
Tentei guardar aquele momento... esperei que com um só olhar tudo ficasse como estava... e desejei conseguir parar o tempo... queria ter guardado aquele sorriso.
Talvez não saibas... mas és especial... e sentir-te mais perto fez-me feliz!
Fazes-me sorrir, fazes-me acreditar que tudo poderia ser diferente, mesmo sabendo que nada será perfeito...Obrigado por existires... e por tudo o que me fazes sentir.
Não sei se te disse... ou melhor, sei que o disse, mas não sei se entendeste...
Talvez não saibas... mas és especial... e sentir-te mais perto fez-me feliz!
Fazes-me sorrir, fazes-me acreditar que tudo poderia ser diferente, mesmo sabendo que nada será perfeito...Obrigado por existires... e por tudo o que me fazes sentir.
Não sei se te disse... ou melhor, sei que o disse, mas não sei se entendeste...
domingo, 16 de Dezembro de 2007
Fuga
Se eu pudesse correr para longe...
Voltar as costas ao medo sem tropeçar na solidão.
Abandonar o teu olhar, ignorar a luz do teu sorriso e vaguear por aí...
Afinal o que pretendes? Se não te posso ter, porque me prendes aqui?
Porque me dizes para ficar sempre que o teu cabelo ondula e o sol ilumina o teu rosto?
Porque me persegues com a tua presença longinqua?
Se ao menos pudesse fugir da tua simplicidade, esquecer a crueldade da tua beleza e vaguear por aí...
O que foi que me fizeste? Como foi que o conseguiste?
Agora que já não posso lutar contra ti, ensina-me a comtemplar as brisas, filhas da mentira e do vento. Ensina-me a voar, a correr para longe do teu sorriso. Ensina-me a esconder-me de ti e da tua presença mas nao apagues da minha memória tudo o deixámos para trás.
Se ao menos te pudesse fugir, olhar-te mais uma vez e deixar-me vaguear por aí...
Voltar as costas ao medo sem tropeçar na solidão.
Abandonar o teu olhar, ignorar a luz do teu sorriso e vaguear por aí...
Afinal o que pretendes? Se não te posso ter, porque me prendes aqui?
Porque me dizes para ficar sempre que o teu cabelo ondula e o sol ilumina o teu rosto?
Porque me persegues com a tua presença longinqua?
Se ao menos pudesse fugir da tua simplicidade, esquecer a crueldade da tua beleza e vaguear por aí...
O que foi que me fizeste? Como foi que o conseguiste?
Agora que já não posso lutar contra ti, ensina-me a comtemplar as brisas, filhas da mentira e do vento. Ensina-me a voar, a correr para longe do teu sorriso. Ensina-me a esconder-me de ti e da tua presença mas nao apagues da minha memória tudo o deixámos para trás.
Se ao menos te pudesse fugir, olhar-te mais uma vez e deixar-me vaguear por aí...
Miss You
To see you when I wake up
Is a gift, i didn´t think could be real.
To know that you feel the same as I do
Is a three-fold, utopian dream.
You did something to me that i can´t explain
So would I be out of line if I said "I miss You"?
I see your picture
I smell your skin on
The empty pillow next to mine.
You have only been gone ten days,
But already I´m wasting away.
I know I´ll see you again
Whether far or soon
But i need you to know that I care
and I miss you.
Palavras para quê?
Is a gift, i didn´t think could be real.
To know that you feel the same as I do
Is a three-fold, utopian dream.
You did something to me that i can´t explain
So would I be out of line if I said "I miss You"?
I see your picture
I smell your skin on
The empty pillow next to mine.
You have only been gone ten days,
But already I´m wasting away.
I know I´ll see you again
Whether far or soon
But i need you to know that I care
and I miss you.
Palavras para quê?
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